Complô para destruir a nacionalidade e identidade da Língua Portuguesa
Os demônios avançam geometricamente em todas as áreas. Com o objetivo de destruir a Raça Humana, seus valores, seu avanço, sua identidade . Agora no Brasil, pais de maior avanço demoníaco do planeta, o livro autorizado pelo MEC – “Por Uma Vida Melhor” - onde se pretende validar a forma popular de se expressar, jamais deveria existir, a não ser para processar a autora e obrigá-la a devolver os 700 mil reais de dinheiro público que papou para transformar em livro uma diarréia mental.
A autora é inconseqüente? Não ela esta a serviço dos demônios intergalácticos aqui na terra representados pelos republicanos ateus democratas de viés anarquista. Que defendem o governo dos piores dos mais fracos a desenvolução , a política anti reprodutiva “ a políticagay”. Está cumprindo sua parte do complô para destruir a nacionalidade brasileira e a CULTURA PORTUGUESA. De caso pensado, bem tramado e com dinheiro dos trouxas que serão escravizados brevemente.
Quem ousa criticar é chamado de “elite”, “conservador” e “normativo”. Em mãos leio uma das várias defesas da “obra”, feita por professora que apresenta os seguintes títulos: bacharel em lingüística e português pela FFLCH-USP, mestre e doutora pela ECA-USP. Não cito o nome para não dar publicidade a quem não merece. Por sinal a maquina do ensino tem sido o principal pilar dos demônios e da sua proliferação de idéias e costumes anti cristo ,ateus de sodomia antifamiliar e uso de drogas. O COLÉGIO É A PRÓPRIA DROGA.
A nossa “doutora” é mestre em sofismar em seu longo artigo, além de usar e abusar do jargão nauseante dos pedagogos afetados. Em resumo, ela concorda e tenta provar que o livro está correto. O livro diz que se deve utilizar na escola o linguajar comum das ruas, pois assim o aluno consegue entender o que se está ensinando. E que se deve abolir o uso das palavras “certo” e “errado” substituindo-as por “adequado” e “inadequado”. Sofisma puro.
Adequado e inadequado são subconjuntos de certo e errado. Você pode está fazendo uma coisa certa, porem inadequada. O certo e o errado são incondicionais. O adequado e inadequado sempre se condicionam a algo. Então que se condicione ao nosso certo e não ao certo dos demônios. Essa é mais uma ação do politicamente correto que engessa o cidadão em conceitos boçais. Não se diz surdo, mas sim deficiente auditivo. Por que achar que se deve evitar usar as palavras “surdo” ou “certo” e “errado”? Por que discutir isso?
Visando somente o ensino da língua a doutora apresenta como hipótese que a lingüística está em constante mutação. Assim o que era errado ontem, hoje é correto. Mas o que isso tem a ver com a pessoa que fala errado? Ora, diz ela, “corrigir a pessoa informando-a que está a falar errado é humilhante. A pessoa diante de quem fala certo ficará muda. Se sentirá discriminada. Sentirá na pele a discriminação social devido ao seu nível de fala. Rejeitará a norma culta e considerará pedante a pessoa que fala segundo a norma padrão.”
E daí? Em condições normais essa humilhação seria um incentivo para que a pessoa procurasse progredir e ESTUDAR para aprender o certo. Ou seja, assumir sua deficiência e lutar para melhorar, ao invés de procurar a falha em quem estudou e se expressa corretamente. Pelas nossas “doutoras” os alunos não precisam se esforçar e nem estudar para aprender o correto. A falha está nos professores e na escola, que se recusam e ESTUDAR O ERRADO e aprender a falar ERRADO para que os alunos possam entendê-los. A mensagem em resumo é que NÃO SE PRECISA ESTUDAR! Portanto, a partir desse viés, a escola perde sua razão de ser: acabem-se com elas!
Voltando às outras matérias, quando um aluno disser que 2+2 “é” cinco, pode-se corrigi-lo, dizendo que 2+2 “é” quatro. Assim querem as doutoras lingüísticas. Mas se ele insistir que o resultado é cinco? Essa conclusão está errada ou apenas inadequada? Será que ensinar que o resultado é quatro é ser elitista, conservador ou normativo? Corrigir o pimpolho vai humilhá-lo? Se ele teimar em usar tal resultado num projeto de uma ponte, a ponte não desmorona? Qual a utilidade de se ter pessoas que sabem projetar pontes que não caem?
Então, aqui chegaremos ao ponto de, assim como se chamar de viado um homossexual vai dar processo, corrigir quem fala “nóis pega o peche” vai ser causa de emissão de BO por “difamação lingüística”. Chega de sofismas cretinos! Chega de doutores de merda! Até hoje, na história da humanidade, em nenhum local do planeta, ninguém foi processado por chamar atenção de quem está falando errado. E todos os advertidos, não humilhados, mas agradecidos, sempre procuraram melhorar, aprimorar-se, aprender o certo.
Os demônios avançam geometricamente em todas as áreas. Com o objetivo de destruir a Raça Humana, seus valores, seu avanço, sua identidade . Agora no Brasil, pais de maior avanço demoníaco do planeta, o livro autorizado pelo MEC – “Por Uma Vida Melhor” - onde se pretende validar a forma popular de se expressar, jamais deveria existir, a não ser para processar a autora e obrigá-la a devolver os 700 mil reais de dinheiro público que papou para transformar em livro uma diarréia mental.
A autora é inconseqüente? Não ela esta a serviço dos demônios intergalácticos aqui na terra representados pelos republicanos ateus democratas de viés anarquista. Que defendem o governo dos piores dos mais fracos a desenvolução , a política anti reprodutiva “ a políticagay”. Está cumprindo sua parte do complô para destruir a nacionalidade brasileira e a CULTURA PORTUGUESA. De caso pensado, bem tramado e com dinheiro dos trouxas que serão escravizados brevemente.
Quem ousa criticar é chamado de “elite”, “conservador” e “normativo”. Em mãos leio uma das várias defesas da “obra”, feita por professora que apresenta os seguintes títulos: bacharel em lingüística e português pela FFLCH-USP, mestre e doutora pela ECA-USP. Não cito o nome para não dar publicidade a quem não merece. Por sinal a maquina do ensino tem sido o principal pilar dos demônios e da sua proliferação de idéias e costumes anti cristo ,ateus de sodomia antifamiliar e uso de drogas. O COLÉGIO É A PRÓPRIA DROGA.
A nossa “doutora” é mestre em sofismar em seu longo artigo, além de usar e abusar do jargão nauseante dos pedagogos afetados. Em resumo, ela concorda e tenta provar que o livro está correto. O livro diz que se deve utilizar na escola o linguajar comum das ruas, pois assim o aluno consegue entender o que se está ensinando. E que se deve abolir o uso das palavras “certo” e “errado” substituindo-as por “adequado” e “inadequado”. Sofisma puro.
Adequado e inadequado são subconjuntos de certo e errado. Você pode está fazendo uma coisa certa, porem inadequada. O certo e o errado são incondicionais. O adequado e inadequado sempre se condicionam a algo. Então que se condicione ao nosso certo e não ao certo dos demônios. Essa é mais uma ação do politicamente correto que engessa o cidadão em conceitos boçais. Não se diz surdo, mas sim deficiente auditivo. Por que achar que se deve evitar usar as palavras “surdo” ou “certo” e “errado”? Por que discutir isso?
Visando somente o ensino da língua a doutora apresenta como hipótese que a lingüística está em constante mutação. Assim o que era errado ontem, hoje é correto. Mas o que isso tem a ver com a pessoa que fala errado? Ora, diz ela, “corrigir a pessoa informando-a que está a falar errado é humilhante. A pessoa diante de quem fala certo ficará muda. Se sentirá discriminada. Sentirá na pele a discriminação social devido ao seu nível de fala. Rejeitará a norma culta e considerará pedante a pessoa que fala segundo a norma padrão.”
E daí? Em condições normais essa humilhação seria um incentivo para que a pessoa procurasse progredir e ESTUDAR para aprender o certo. Ou seja, assumir sua deficiência e lutar para melhorar, ao invés de procurar a falha em quem estudou e se expressa corretamente. Pelas nossas “doutoras” os alunos não precisam se esforçar e nem estudar para aprender o correto. A falha está nos professores e na escola, que se recusam e ESTUDAR O ERRADO e aprender a falar ERRADO para que os alunos possam entendê-los. A mensagem em resumo é que NÃO SE PRECISA ESTUDAR! Portanto, a partir desse viés, a escola perde sua razão de ser: acabem-se com elas!
Voltando às outras matérias, quando um aluno disser que 2+2 “é” cinco, pode-se corrigi-lo, dizendo que 2+2 “é” quatro. Assim querem as doutoras lingüísticas. Mas se ele insistir que o resultado é cinco? Essa conclusão está errada ou apenas inadequada? Será que ensinar que o resultado é quatro é ser elitista, conservador ou normativo? Corrigir o pimpolho vai humilhá-lo? Se ele teimar em usar tal resultado num projeto de uma ponte, a ponte não desmorona? Qual a utilidade de se ter pessoas que sabem projetar pontes que não caem?
Então, aqui chegaremos ao ponto de, assim como se chamar de viado um homossexual vai dar processo, corrigir quem fala “nóis pega o peche” vai ser causa de emissão de BO por “difamação lingüística”. Chega de sofismas cretinos! Chega de doutores de merda! Até hoje, na história da humanidade, em nenhum local do planeta, ninguém foi processado por chamar atenção de quem está falando errado. E todos os advertidos, não humilhados, mas agradecidos, sempre procuraram melhorar, aprimorar-se, aprender o certo.